Lançado pela Disney, o live-action de Branca de Neve chegou aos cinemas cercado de grandes expectativas. No entanto, o filme acabou se juntando à lista de fracassos recentes do estúdio, recebendo duras críticas de internautas, especialistas e afetando a saúde mental da protagonista, Rachel Zegler.
O longa-metragem teve um orçamento de cerca de US$ 270 milhões, mas arrecadou apenas US$ 87,3 milhões nas bilheteiras mundiais. Nas plataformas digitais, o desempenho também decepcionou, alcançando apenas nota 2,0 no IMDb.
Rachel Zegler é a culpada?
A atriz foi apontada por parte do público e da crítica como uma das responsáveis pelo fracasso da produção. A pressão e os comentários negativos acabaram impactando profundamente a saúde mental de Zegler.
Em entrevista à revista iD, ela revelou ter desenvolvido depressão e ansiedade em decorrência das críticas. A situação foi tão grave que a atriz precisou voltar a morar com os pais em Nova Jersey e iniciar sessões com um psiquiatra.
“Eu simplesmente não estava funcionando como pessoa”, desabafou.
Críticas divididas
Entre os críticos brasileiros, as opiniões se mostraram diversas. O portal Omelete avaliou: “O novo Branca de Neve sobrevive, entre erros e acertos, fazendo o básico da Disney.”
Já o portal BBC Films destacou: “Não é o pior dos remakes live-action do estúdio, e embora não seja o melhor, é sem dúvida o mais fascinante.” Por outro lado, o jornal britânico The Guardian foi mais severo: “Aqui está uma nova versão musical live-action inútil do mito da Branca de Neve.”
